domingo, 31 de março de 2013

Diretor da Globo volta atrás e fala sobre as metas de audiência


Carlos Henrique Schroder, diretor geral da Globo. Foto: Divulgação
  • Durante a coletiva de imprensa, na última quarta-feira, Carlos Henrique Schroder, diretor geral da Globo, voltou a falar sobre as metas de audiências:

    "Nunca será nosso fator número um. Meta de audiência é consequência. Imagine se a gente tivesse falado para o João Emmanuel Carneiro que a meta de 'Avenida Brasil' seria 45 pontos. A novela fechou com 43 [no Painel Nacional de Televisão]. Podemos dizer que ela foi um fracasso? De jeito nenhum. Mais do que audiência, para nós, o que importa é ter relevância para o espectador."

    Indiretamente, ele também falou sobre a concorrência: "Não deve haver alguém que assista do 'Globo Rural' ao 'Jornal da Globo' sem mudar de canal. Ao longo do dia temos pessoas chegando e saindo da Globo. Em um dia, essas pessoas somam 96 milhões. Ou seja: a cada dois dias, atingimos uma população inteira."

    Por fim, afirmou que a Globo não aceita de volta o profissional que rompe o contrato antes de seu término:

    "Se o funcionário resolve ir para outra emissora depois que seu contrato chega ao fim por motivos financeiros ou qualquer outro, tudo bem. Ele está no direito dele, é a lei do mercado. Ele pode passar um tempo fora e até mesmo voltar. Mas se ele rompe um compromisso antes do fim, é como se ele rasgasse um contrato. E aí quebra o elo de confiança. Nós preservamos a fidelidade. Como saber se alguém que quebrou esse elo manteria um novo contrato? Se o funcionário deixou a Globo com rompimento de contrato, ele não volta."


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